domingo, 19 de julho de 2009

Domingo, 19 de julho de 2009 às 18h16min.
Palácio Lilás – Vales Valinhenses

Ontem fui à festa julina na casa da minha tia.
A casa dela fica no interior também, por volta de quarenta minutos até lá.
Fomos no começo da noite, e deu pra aproveitar bastante!
Tirei mil fotos, acho que saí em 90% das fotos tiradas! Adoro foto!
Foi super legal, dancei muito, teve até quadrilha e pra algo que não foi ensaiado foi muito boa.
Tinha muita gente. A família do meu tio, os amigos do meu primo e da minha prima, a casa tava lotada.
Tinha muita comida boa, cachorro quente, pipoca, cuscuz e todos esses outros pratos típicos.
Foi gostoso! Adoro festas!

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{-Parte desabafo – não há necessidade de ser lida-}
Minha família tem me incomodado cada dia mais. Não a família toda, só minha mãe e meu pai, e tudo por causa da minha irmã.
Tem horas que me dá vontade de fugir deles, de ficar sozinha.
Aconteceu algo muito chato antes de chegarmos à festa que me deixou muito chateada.
Quando estávamos indo pra festa, eu tava conversando com a minha mãe no carro e minha adorável irmã só fazendo piadinha com a minha cara e tirando com tudo que eu falava, minha paciência já tava esgotando, mas eu nem falei nada. Numa piadinha mais pesada meu pai chamou a atenção dela e ela bateu boca com ele. Ele mandou ela ficar quieta.
Fui comentar alguma coisa e ele gritou comigo também e falou que eu tava provocando, mas eu ia falar de algo totalmente diferente com a mãe, ia falar que eu queria que ela fizesse um poncho preto para o próximo inverno, mas ele não deixou nem eu começar.
Nossa, nessas horas é que me sobe o sangue, porque eu sempre levo uma patada grátis quando a minha irmã deixa meus pais nervosos. Tive vontade de voltar pra casa na hora e deixar que eles fossem sozinhos, nas horas como essas eu tenho muita vontade de deixá-los só com a Gordá, assim se ela fizer algo ela toma sozinha a bronca. Mas eu não tinha como voltar, já estava longe de casa e eu tava no carro do pai.
Com a raiva que tava, calei a minha boca e fiquei na minha. Ele percebeu que eu tava quieta, e como se nada tivesse acontecido, falou na maior calma: “você não ia falar do poncho?”.
Não respondi nada. E ele piorou a situação.
É tão ruim quando isso acontece. Eu odeio demais ter que continuar na companhia dele depois de um estresse, uns gritos, porque eu sei que em seguida ele vai agir como se nada tivesse acontecido, como se estivesse tudo bem. E ele nunca pede desculpas por nada, mesmo quando vê que foi errado o que ele fez.
Minha mãe perguntou algo que eu não lembro e eu respondi com uma palavra.
Chorei muito, mas eles não perceberam porque eu estava usando com uma blusa com capuz.
Chorei em silencio por uns quinze minutos.
O carro ficou em silencio, porque minha irmã não conversa com eles, ela só interrompe quando eu converso.
Quando estava chegando à casa da minha tia, não ia deixar que isso atrapalhasse a minha festa e retoquei a maquiagem no carro mesmo e entrai na casa da minha tia sorridente como se estivesse tudo numa boa.
Mas os evitei parte da noite.

Chegamos em casa e eu estava com uma dor de cabeça, vim para o quarto e isolei me, li um pouco e fui dormir.
Hoje acordei por volta das onze horas, fiquei deitada, quieta pra ver o que acontecia do lado de fora do meu quarto. Ouvi que meus pais conversavam, mas não ouvi a voz da minha irmã.
Achei melhor dormir mais um pouco, porque eu ainda estava {e estou!} chateada.
Acordei três da tarde, minha mãe veio me chamar várias vezes antes, mas ela disse que eu respondia apenas uns “hãm? Uhum!” E continuava a dormir.
Meu pai entrou no quarto com a voz alta perguntando se eu estava doente e eu acabei acordando!

Continuo desanimada. Poxa, são essas coisas que me fazer com que eu me isole no meu mundinho, me feche no meu quarto e fique sozinha.
Minha mãe pergunta se eu estou doente e eu digo que não. Mas se for pensar, acho que sim.
Já ouvi minha mãe comentando com meu pai diversas vezes que eu estou cada dia mais isolada, que eu pouco converso com ela, que eu não saio do meu quarto, que eu estou evitando de sentar à mesa com eles nas horas de almoçar e jantar, que ela está preocupada.
Mas são os detalhes que ela não percebe que impulsionam essas minha atitudes, muitas vezes de forma inconsciente.
Quando me chamam para jantar eu me lembro que numa última vez que sentamos todos à mesa ouve algum tipo de discussão ou algo que me chateou e prefiro comer mais tarde sozinha.

Já passou da hora de me mudar dessa casa. E minha irmã lembra todos nós disso toda vez que saio para fazer algo e volto, porque sempre que saio, ela diz: “Já vai tardeee! Vou alugar seu quarto!” e quando chego, ela exclama decepcionada: “Ah, você ainda não saiu de casa?! Achei que você já tinha ido!”.
Isso se repete até quando eu vou à padaria e volto.
Antes eu achava que isso não me incomodava, mas agora, toda vez que ela solta umas frases dessas só aumenta minha vontade de sumir.
{-Fim da parte lamentável-}


__________*__________


Bom, mas vamos falar de coisa boa. Na hora que levantei, fui tomar um leite e percebi meu braço doendo horrores quando levantei a caneca cheia de leite. Ótimo, dei mal jeito no braço ontem na festa, carregando uma caixa de refrigerantes no gelo.
Eu me lembro de ter dado uma fisgada perto do pulso, mas já tinha até esquecido.
Agora depois do banho ele se encontra enfaixado, cheirando aqueles sprays de ervas!
Vou comer alguma coisa. Não almocei, e estou só com o copo de leite. Estou com fome.

Campanha saia da internet e vá ler um livro, mas só depois de ler o meu blog!
Estou lendo mais um livro da Marian Keys. Gosto do jeito que ela escreve e já li vários!
O escolhido da vez foi Agora...ou nunca!
É a história de três amigos, que são amigos há anos. E agora com trinta e poucos suas vidas sofrem muitas mudanças sem que eles queiram.
É um romance. E deve ser bom, como todos os outros da autora.
Mas depois que terminar venho dar um parecer.
Cultura e informação contribuindo para evolução humana!

d^.^b:
Lasgo - All Night Long


3 comentários:

Fernando disse...

Não se iguale a ela.
Converse com sua mãe sobre isso.
Bjoteamo!

Carla Martins disse...

Também adoro festas!!

Mas, confesso que, quanto ao livro, não temos a mesma opinião.....não acho engraçado e nem muito legais os livros dessa autora, li só o melancia e achei bem chato, na verdade, apesar de saber que ela carrega milhares de fãs pelo mundo. Tenho uma amiga que adora, eu já sou chegada a outros tipos de livros.

Ah! E essa amiga que adora até fez uma resenha sobre o Melancia...tá lá no meu blog....postei há um tempinho.....vc leu?

Beijos!

Loira e Morena disse...

Ai menina, essas situações são complicadas mesmo, mas acho q valia tentar sentar e conversar com sua mãe, até pq pelo q parece ela já aparnta uma certa preocupação com vc e talvez isso a faça te entender melhoe que o seu pai ou sua irmã.

Beijaooo da Morena!