sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Quinta- feira, 8 de outubro de 2009 às 01h 52min.
Palácio Lilás – Alto dos Vales Valinhenses – Num mundo um pouco mais além do que o seu

Precisava mesmo escrever tudo que se passa nessa pequena cabeça.
Eu gosto de viajar, gosto de pensar, gosto de ter idéias absurdas, pois assim irei mais longe que os demais e vou ver o que os outros não vêem, é uma forma de exercitar a mente a sempre encontrar novos caminhos e fundamentá-los com alguma justificativa a partir de fatos e conhecimentos.
A sociedade tenta limitar nossos pensamentos, os meios de comunicação nos limitam, o nosso método de educação e aprendizagem podam nossas idéias e nossos devaneios e com o passar do tempo isso se torna uma barreira à imaginação, à criação.
No meu palácio as quimeras são aceitas e bem vindas.
Viaje comigo por uma tese que eu mesma inventei sobre bronzeamento artificial e verá que no final não há dúvidas de que isso seja mesmo real.

Minha mamãe fez um suco de limão num dia muito quente, de sol intenso. Falei para que ela tomasse cuidado com o limão porque queima a pele se pegar sol. A partir daí começamos a conversar e refletir.

Os índios, habitantes nativos no nosso Brasil, usavam limões em seu cotidiano? Se usavam, aprenderam que este queima a pele ao sol? Claro, eles eram muito inteligentes. E não foi só isso.

Logo compreenderam o princípio do bronzeador, aquela futura loção conhecida como cenoure bronze. E a partir daí todos começaram a tomar banho com limão para manter a pele sempre moreninha e bronzeada.
Porém, este artifício bronzeador acabou não dando muito certo, pois tinha efeitos colaterais terríveis como ardência, sensibilidade na pele, e até dores por causa das queimaduras que acabavam ficando muito grave por causa do limão, e atingiam um a coloração avermelhada, muitas delas acabando com a pele, deixando em carne viva.
Os estudiosos das tribos perceberam que este método de bronzeamento não estava sendo convidativo, mas que a cor avermelhada tinha ganho muito mais crédito do que o bronzeado marrom. Com isso começaram a desenvolver técnicas para bronzeamento artificial, mas que deixasse a pele em tons avermelhados, sem feri-la.
Após algum tempo de testes com beterrabas e outros legumes e frutas, constatou-se que as sementes de urucum, o futuro coloral utilizado pela culinária como tempero, tinham um vermelho intenso e que quando em contato com a pele, manchavam estas de vermelho.
Depois de fazer os primeiros testes em animais, porque ainda não havia nenhum órgão que defendesse esse tipo de experimento, adotaram esta forma de bronzeamento artificial, podendo assim bronzear toda a tribo.

Quando os índios nadavam, a água lavava a cor deles, sugerindo que ao sair do rio, fizessem outra seção de bronzeamento.
A demanda no segmentou cresceu tanto que começaram a usar urucum todos os dias, diversas vezes, sempre que descoloria a pele, com isso um aumento no plantio e colheita, gerando empregos e oportunidades de trabalho.
Com as evoluções da espécie, os filhos começaram a nascer com a pele mais pigmentada a cada nova geração, até o dia em que não precisavam mais utilizar o bronzeamento artificial, pois sua pele já era da cor avermelhada de nascença.
Com isso houve uma queda brutal nesse segmento, fazendo com que muitas clínicas de bronzeamento quebrassem, o desemprego aumentou de forma absurda, e os estudiosos começaram a pensar numa nova fonte de empregos, mas pelo lado positivo a inflação, que havia aumentado muito com a fartura de empregos, decaiu junto com as não mais existentes vagas de trabalho, porém isso não vem ao caso.

Após alguns anos os Europeus chegaram ao continente, avistaram aquele povo bronzeadamente vermelho e descobriram o quão brancos eram, gerando diversas teorias históricas para o efeito.
Incluindo uma história de queda de planetóide em área vulcânica ao norte do Oceano Atlântico que poderia levar à formação de densas nuvens cinza com partículas de magma, que poderiam pairar por séculos sobre Europa, fazendo desta um continente gelado, sem muita variedade na área agrícola, sem a luminosidade e o calor do sol, impedindo que os seres que nela habitavam tomassem sol e continuassem com a pele morena bronzeada. E com o passar dos séculos e evolução da espécie houve exatamente o contrario do fenômeno nos povos da América do Sul, que além da benção do desenvolvimento do bronzeamento avermelhado artificial ainda tinham a luz solar para ficar ainda mais escuros, nos europeus houve o clareamento da pele, tornando os brancos.

Mas esta é uma teoria para outro post.
Conclui-se que os povos indígenas foram os primeiros a ter experiências de bronzeamento artificial, muito bem sucedidas por sinal e tempos depois vieram a compartilharam os princípios com outros povos.


Um comentário:

Carol Fonseca disse...

ou carol,que legal esse post,e num é que faz sentido?