Há 7 anos
sábado, 27 de abril de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
A vontade desesperada de pedir ajuda. Desde quando aprendi que podemos e devemos pedir ajuda quando não conseguimos resolver algo, eu tenho buscado ajuda.
Mas em alguns momentos, o grito de socorro saí sem som, ou mesmo que saia alto, não há ninguém para ouvir, tem coisas que ninguém pode ajudar.
Os olhos aflitos refletem o desespero e a vontade é sair pedindo ajuda até no balcão da padaria. Mas não importam as outras opiniões, não são conselhos que vão ajudar, abraços não trazem mais conforto, intensificam o medo.
Mas talvez tudo apenas esteja fora do controle, talvez as coias saíram dos trilhos sem que fosse percebido, talvez o poder de escolha se perdeu em algum momento, enquanto outros escolhiam, ou enquanto estava dispersa.
Talvez seja hora de retomar as rédeas do poder da vida, talvez seja o momento de escolher e não de deixar com que a correnteza, que antes levava por vários lugares agora, te jogue nas pedras.
Talvez você não tenha que aceitar o "destino" que o rodeia.
Onde está o poder da bruxa agora?
Oh deuses, por que meus ouvidos falham no escutar neste momento?
Porque talvez seja o momento de falar e não mais ficar só ouvindo no silêncio conspiratório que adora enganar e trazer dúvidas.
Retoma teu poder, ó bruxa, e faz o que deve ser feito, agora já sabes o que é!
Mas em alguns momentos, o grito de socorro saí sem som, ou mesmo que saia alto, não há ninguém para ouvir, tem coisas que ninguém pode ajudar.
Os olhos aflitos refletem o desespero e a vontade é sair pedindo ajuda até no balcão da padaria. Mas não importam as outras opiniões, não são conselhos que vão ajudar, abraços não trazem mais conforto, intensificam o medo.
Mas talvez tudo apenas esteja fora do controle, talvez as coias saíram dos trilhos sem que fosse percebido, talvez o poder de escolha se perdeu em algum momento, enquanto outros escolhiam, ou enquanto estava dispersa.
Talvez seja hora de retomar as rédeas do poder da vida, talvez seja o momento de escolher e não de deixar com que a correnteza, que antes levava por vários lugares agora, te jogue nas pedras.
Talvez você não tenha que aceitar o "destino" que o rodeia.
Onde está o poder da bruxa agora?
Oh deuses, por que meus ouvidos falham no escutar neste momento?
Porque talvez seja o momento de falar e não mais ficar só ouvindo no silêncio conspiratório que adora enganar e trazer dúvidas.
Retoma teu poder, ó bruxa, e faz o que deve ser feito, agora já sabes o que é!
As vezes a gente se esquece que até o mais bonito dos sonhos chega ao fim. As vezes, mesmo fazendo o ciclo do ano por vários anos, a gente esquece que a vida e a morte giram na mesma roda, que tudo que tem um começo vai ter um fim.
E o fim mais difícil é quando vemos ele sem coberturas, sem floreios e sem rodeios, é quando ele surge nu na nossa frente e a vontade é tapar os olhos para não vê-lo. E negá-lo de todas as formas.
A verdade estampada sem dramas, enganos, ou trapaças é dura e fria. Dói muito, dói tanto.
A dor faz adormecer, a dor faz não sentir mais nada, não ver, e não entender.
O fim implica em muitas mudanças, em muitas coisas pra resolver, e em deixar muitas coisas pra trás.
Desapegar do que era, despir tudo aquilo de anos e renascer do zero, mas com a idade e as lembranças do que se teve um dia. Tarefa árdua.
Recolher sonhos que já estavam plantados e descartá-los pois não serão mais possíveis, é doído.
A gente não quer aceitar, e talvez por não querer toda essa dor, todo esse novo caos, a gente negue, e gire a roda pro outro lado e tenta refazer as coisas de outra forma, dando um novo começo para postergar um fim.
Isso é uma opção?
Até que ponto isso é bom?
Até que ponto isso é ruim?
O medo da frustração, o medo de deixar passar sem lutar, o medo do arrependimento, o medo da aceitação inerte e o medo do peso da escolha do fim que será carregado pra sempre.
Será leve?
Será pesado?
Temos escolha?
As vezes temos dúvidas, as vezes as dúvidas nos levam a descobrir o que não queremos mais, mas mesmo sabendo o que não queremos, ainda sim, não sabemos o que querer.
Enterrar um amor com certeza é a mais dura dor.
E o fim mais difícil é quando vemos ele sem coberturas, sem floreios e sem rodeios, é quando ele surge nu na nossa frente e a vontade é tapar os olhos para não vê-lo. E negá-lo de todas as formas.
A verdade estampada sem dramas, enganos, ou trapaças é dura e fria. Dói muito, dói tanto.
A dor faz adormecer, a dor faz não sentir mais nada, não ver, e não entender.
O fim implica em muitas mudanças, em muitas coisas pra resolver, e em deixar muitas coisas pra trás.
Desapegar do que era, despir tudo aquilo de anos e renascer do zero, mas com a idade e as lembranças do que se teve um dia. Tarefa árdua.
Recolher sonhos que já estavam plantados e descartá-los pois não serão mais possíveis, é doído.
A gente não quer aceitar, e talvez por não querer toda essa dor, todo esse novo caos, a gente negue, e gire a roda pro outro lado e tenta refazer as coisas de outra forma, dando um novo começo para postergar um fim.
Isso é uma opção?
Até que ponto isso é bom?
Até que ponto isso é ruim?
O medo da frustração, o medo de deixar passar sem lutar, o medo do arrependimento, o medo da aceitação inerte e o medo do peso da escolha do fim que será carregado pra sempre.
Será leve?
Será pesado?
Temos escolha?
As vezes temos dúvidas, as vezes as dúvidas nos levam a descobrir o que não queremos mais, mas mesmo sabendo o que não queremos, ainda sim, não sabemos o que querer.
Enterrar um amor com certeza é a mais dura dor.
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Notas sobre livros sobre cultura e mitologia celta:
Os celtas - PLACE, Robin. São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Saxões - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Normandos - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Vikings - São Paulo: Melhoramentos,1989.
O Cotidiano Europeu na Idade Média - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os mitos celtas - MAY, Pedro Pablo. São Paulo: Angra, 2002.
Os druidas - RUTHERFORD, Ward. São Paulo: Mercuryo, 1992.
Uma ilha chamada Brasil - CANTARINO, Geraldo. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
Os mitos celtas - GREEN, Miranda. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Contos de fadas celtas - JACOBS, Joseph. São Paulo: Landy, 2002.
Mais contos de fadas celtas - JACOBS, Joseph. São Paulo: Landy, 2002.
História da Europa pagã - JONES, Prudence e PENNICK, Nigel. Mem Martins: Publicações Europa-América, 1995.
A Sociedade Celta - LE ROUX, Françoise & GUYONVARC’H, Chrisitan-J. Mem Martins: Europa América, 1995. Revista Vernáculo, n. 17 e 18, 2006 158
A Civilização Celta - LE ROUX, Françoise & GUYONVARC’H, Chrisitan-J. Mem Martins: Publicações Europa América, 1999.
Merlim, o mago - MARKALE, Jean. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
Os celtas - POWELL, T.G.E. Lisboa: Editorial Verbo, 1958.
Mitos e lendas: Celtas, Irlanda - VARANDAS, Angélica. Lisboa: Centralivos, 2006.
Histórias da mitologia celta contadas em língua portuguesa - VASCONCELLOS, Laura. Lisboa: Guimarães Editores, 2001.
Contos da mitologia celta - VASCONCELLOS, Laura. Lisboa: Guimarães Editores, 2001.
Os celtas - PLACE, Robin. São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Saxões - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Normandos - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os Vikings - São Paulo: Melhoramentos,1989.
O Cotidiano Europeu na Idade Média - São Paulo: Melhoramentos,1989.
Os mitos celtas - MAY, Pedro Pablo. São Paulo: Angra, 2002.
Os druidas - RUTHERFORD, Ward. São Paulo: Mercuryo, 1992.
Uma ilha chamada Brasil - CANTARINO, Geraldo. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
Os mitos celtas - GREEN, Miranda. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Contos de fadas celtas - JACOBS, Joseph. São Paulo: Landy, 2002.
Mais contos de fadas celtas - JACOBS, Joseph. São Paulo: Landy, 2002.
História da Europa pagã - JONES, Prudence e PENNICK, Nigel. Mem Martins: Publicações Europa-América, 1995.
A Sociedade Celta - LE ROUX, Françoise & GUYONVARC’H, Chrisitan-J. Mem Martins: Europa América, 1995. Revista Vernáculo, n. 17 e 18, 2006 158
A Civilização Celta - LE ROUX, Françoise & GUYONVARC’H, Chrisitan-J. Mem Martins: Publicações Europa América, 1999.
Merlim, o mago - MARKALE, Jean. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
Os celtas - POWELL, T.G.E. Lisboa: Editorial Verbo, 1958.
Mitos e lendas: Celtas, Irlanda - VARANDAS, Angélica. Lisboa: Centralivos, 2006.
Histórias da mitologia celta contadas em língua portuguesa - VASCONCELLOS, Laura. Lisboa: Guimarães Editores, 2001.
Contos da mitologia celta - VASCONCELLOS, Laura. Lisboa: Guimarães Editores, 2001.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
*14 ervas sagradas para defumação e seus significados*
Cada erva tem um significado e é importante conhecê-las para fazer uma boa defumação.
Aqui estão reunidas 14 ervas para fazer uma boa defumação de acordo com suas necessidades.
ALECRIM: Limpa o corpo e o espírito, pois é a erva do orixá maior, Oxalá
ARRUDA: Abre o caminho atraindo bons fluidos, limpando as larvas astrais dando força e liderança.
ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento
ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro
AÇÚCAR CRISTAL: Atrai dinheiro e promove limpeza astral
COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos
CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.
EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi
LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente
LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente
MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.
MANJERICÃO: Chama dinheiro
ROSA BRANCA: Paz e harmonia
SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina
Cada erva tem um significado e é importante conhecê-las para fazer uma boa defumação.
Aqui estão reunidas 14 ervas para fazer uma boa defumação de acordo com suas necessidades.
ALECRIM: Limpa o corpo e o espírito, pois é a erva do orixá maior, Oxalá
ARRUDA: Abre o caminho atraindo bons fluidos, limpando as larvas astrais dando força e liderança.
ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento
ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro
AÇÚCAR CRISTAL: Atrai dinheiro e promove limpeza astral
COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos
CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.
EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi
LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente
LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente
MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.
MANJERICÃO: Chama dinheiro
ROSA BRANCA: Paz e harmonia
SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
"E o primeiro Conselho da anciã foi "Escutar a verdade", se você chegou até mim " disse ela, pare tudo e sente-se ao meu lado, venha, claro que pode chorar, a sua força vem da entrega, não lute contra si mesma, me dê a mão filha amada, que no calor do meu abraço você recorde sua missão, quem você é em cada passo dessa jornada na terra, que somos fios antigos e diferentes nessa única teia planetária, Sente?
Cada reverberação pulsa agora no teu campo de memórias, vamos relembrar juntas quem somos?
E quando houver reflexo, nesse espelho das relações, que não sejam distorções doentias e cruéis da intolerância e do medo.
Lembrar que carregamos em nosso ventre a criação inteira.
Deixe os pés descalços.
Folha, pedra ou bicho, cada forma luminosa de expressão do grande mistério carrega a sabedoria, beba dessa sagrada fonte infinita, toque na seiva desse néctar da manhã de um novo dia, cada ser dança seu próprio ritmo.
Aprenda a silenciar para escutar, quanto mais você argumentar, mais funda será sua dor, solte as amarras da domesticação, a coleira dos bons méritos, que o feminino é um alvo frágil, os prêmios por bom comportamento, solte aquilo que não faz sentido para que o coração seja ouvido, perdoe.
Onde está seu ritmo em todas suas escolhas?
Respire sem medo dos ventos mudarem o curso do seu destino, se não for esse emprego, essa relação, essa amizade... ter a coragem de ser guiada pela verdade, sem medo de ser descoberta por detrás das densas máscaras, deixa ir embora quem não é você, o abuso que já passou, o passado cristalizado em mudos acessos de raiva.
Fale comigo, a verdade nem sempre é o caminho mais luminoso, mas se cultivada, se nutrida diariamente, poderá iluminar uma vida inteira,
você está cansada, eu sei que está exausta, mas confie em mim.
A vida não desistirá de você, por mais que seu corpo tombe na terra, você não está só.
Vamos conversar através de todas nossas relações, cada ser que já cruzou seu caminho, cada aprendizagem, mesmo a dor mais profunda te conecta, sem desvios, a fonte original, seja grata.
Essa conversa não têm hora, nem dia, nem local para acontecer, onde estiver nesse momento, quando você pensar em mim, estarei ao seu lado filha amada, permita que meu Conselho entre em sua vida nesse instante, você não precisa se armar toda para não ser ferida, quanto mais você se defender mais será atacada.
Entregue a mim toda modalidade de armas pesadas; todo julgamento, toda condenação, a mentira, a competição, a inveja.
Vê aquela formiga? E a águia lá no firmamento? São belas e plenas em si mesmas, não sofrem por se compararem uma a outra, porque elas sabem que são formas em movimento dentro da unidade e que cada uma tem seu próprio espaço.
Você não precisa nem mesmo ser amada, o amor não é uma necessidade, ninguém pode amar com esse peso, essa obrigação, O AMOR é um estado de Ser, não tenha a compulsão de amor, toda necessidade está ligada ao desejo, e o desejo é um vício.
Ame o ser e o todo se manifestará através de você.
Unida, em paz com sua história, nem mesmo ter uma resposta pronta para tudo, para ser aceita, não precisa fugir quando a dor contorcer seu corpo, nem mesmo forjar suas mágoas dizendo que está tudo bem, quando o abismo está correndo em suas veias, vem, vamos conversar através de todas nossas emoções mais secretas, e a permissão de deixar ir o que não te serve mais.
Entregue aos ventos teus suspiros violentos e lá estarei, tocando gentilmente seus cabelos, traçando seus sonhos, com a doce melodia de todas as almas.
Eu sou a Guardiã da primeira lua.
Aquela que fala com todas as relações.
E eu falei."
Texto de Awarani Araising Joy to the human soul
Cada reverberação pulsa agora no teu campo de memórias, vamos relembrar juntas quem somos?
E quando houver reflexo, nesse espelho das relações, que não sejam distorções doentias e cruéis da intolerância e do medo.
Lembrar que carregamos em nosso ventre a criação inteira.
Deixe os pés descalços.
Folha, pedra ou bicho, cada forma luminosa de expressão do grande mistério carrega a sabedoria, beba dessa sagrada fonte infinita, toque na seiva desse néctar da manhã de um novo dia, cada ser dança seu próprio ritmo.
Aprenda a silenciar para escutar, quanto mais você argumentar, mais funda será sua dor, solte as amarras da domesticação, a coleira dos bons méritos, que o feminino é um alvo frágil, os prêmios por bom comportamento, solte aquilo que não faz sentido para que o coração seja ouvido, perdoe.
Onde está seu ritmo em todas suas escolhas?
Respire sem medo dos ventos mudarem o curso do seu destino, se não for esse emprego, essa relação, essa amizade... ter a coragem de ser guiada pela verdade, sem medo de ser descoberta por detrás das densas máscaras, deixa ir embora quem não é você, o abuso que já passou, o passado cristalizado em mudos acessos de raiva.
Fale comigo, a verdade nem sempre é o caminho mais luminoso, mas se cultivada, se nutrida diariamente, poderá iluminar uma vida inteira,
você está cansada, eu sei que está exausta, mas confie em mim.
A vida não desistirá de você, por mais que seu corpo tombe na terra, você não está só.
Vamos conversar através de todas nossas relações, cada ser que já cruzou seu caminho, cada aprendizagem, mesmo a dor mais profunda te conecta, sem desvios, a fonte original, seja grata.
Essa conversa não têm hora, nem dia, nem local para acontecer, onde estiver nesse momento, quando você pensar em mim, estarei ao seu lado filha amada, permita que meu Conselho entre em sua vida nesse instante, você não precisa se armar toda para não ser ferida, quanto mais você se defender mais será atacada.
Entregue a mim toda modalidade de armas pesadas; todo julgamento, toda condenação, a mentira, a competição, a inveja.
Vê aquela formiga? E a águia lá no firmamento? São belas e plenas em si mesmas, não sofrem por se compararem uma a outra, porque elas sabem que são formas em movimento dentro da unidade e que cada uma tem seu próprio espaço.
Você não precisa nem mesmo ser amada, o amor não é uma necessidade, ninguém pode amar com esse peso, essa obrigação, O AMOR é um estado de Ser, não tenha a compulsão de amor, toda necessidade está ligada ao desejo, e o desejo é um vício.
Ame o ser e o todo se manifestará através de você.
Unida, em paz com sua história, nem mesmo ter uma resposta pronta para tudo, para ser aceita, não precisa fugir quando a dor contorcer seu corpo, nem mesmo forjar suas mágoas dizendo que está tudo bem, quando o abismo está correndo em suas veias, vem, vamos conversar através de todas nossas emoções mais secretas, e a permissão de deixar ir o que não te serve mais.
Entregue aos ventos teus suspiros violentos e lá estarei, tocando gentilmente seus cabelos, traçando seus sonhos, com a doce melodia de todas as almas.
Eu sou a Guardiã da primeira lua.
Aquela que fala com todas as relações.
E eu falei."
Texto de Awarani Araising Joy to the human soul
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Pensamentos meus e só meus...
Acho que o meu conceito de coven diverge muito do conceito atualmente usado por muitas pessoas e principalmente pelas tradições proselitistas.
Entendo por coven uma base sólida para a vida, companheirismo e crescimento (perfeito amor e perfeita confiança) e não como uma escola de estudos mágicos onde você comparece semanalmente pra aprender uma tradição e no final de um período ganhar um título ou nome ou estrelinha pra colocar na lapela. E lamentavelmente é o que mais vejo ultimamente.
Pessoas na ânsia por um coven, inclusive chegando a pagar por isso (pagar não só dinheiro!), e pessoas na ânsia por seguidores, para dar continuidade na sua "linhagem de iniciados".
Até o momento não achei um coven sério para mim, o qual tivesse os mesmos princípios e objetivos que eu na bruxaria.
Continuo "solitária".
Hoje participo de vários encontros e sabás em diferentes cidades, com grupos de bruxos maravilhosos e muito sábios, respeito muito todos eles, suas crenças e suas tradições, mas não deixamos de ter nossas particularidades e as diferenças, não só de pensamentos de cada um, não nos tornam um coven.
Gosto muito de conhecer pessoas novas e sei que cada um é capaz de contribuir um pouquinho para o meu crescimento. Pode me convidar para um chá que eu topo!
Acho que o segredo do crescimento de um bruxo é ser capaz de respeitar as escolhas e crenças dos outros, aprender com o que o outro compartilha de bom, descartar o que não lhe serve e seguir em crescimento, sem desmerecer o outro.
O dia que todos forem capazes de absorver e compartilhar sem machucar, não só teremos grandes mestres, como seremos também!
Abençoados sejam todos aqueles que beberem do meu conhecimento e ainda mais os que oferecerem do seu para que eu possa degustar!
Acho que o meu conceito de coven diverge muito do conceito atualmente usado por muitas pessoas e principalmente pelas tradições proselitistas.
Entendo por coven uma base sólida para a vida, companheirismo e crescimento (perfeito amor e perfeita confiança) e não como uma escola de estudos mágicos onde você comparece semanalmente pra aprender uma tradição e no final de um período ganhar um título ou nome ou estrelinha pra colocar na lapela. E lamentavelmente é o que mais vejo ultimamente.
Pessoas na ânsia por um coven, inclusive chegando a pagar por isso (pagar não só dinheiro!), e pessoas na ânsia por seguidores, para dar continuidade na sua "linhagem de iniciados".
Até o momento não achei um coven sério para mim, o qual tivesse os mesmos princípios e objetivos que eu na bruxaria.
Continuo "solitária".
Hoje participo de vários encontros e sabás em diferentes cidades, com grupos de bruxos maravilhosos e muito sábios, respeito muito todos eles, suas crenças e suas tradições, mas não deixamos de ter nossas particularidades e as diferenças, não só de pensamentos de cada um, não nos tornam um coven.
Gosto muito de conhecer pessoas novas e sei que cada um é capaz de contribuir um pouquinho para o meu crescimento. Pode me convidar para um chá que eu topo!
Acho que o segredo do crescimento de um bruxo é ser capaz de respeitar as escolhas e crenças dos outros, aprender com o que o outro compartilha de bom, descartar o que não lhe serve e seguir em crescimento, sem desmerecer o outro.
O dia que todos forem capazes de absorver e compartilhar sem machucar, não só teremos grandes mestres, como seremos também!
Abençoados sejam todos aqueles que beberem do meu conhecimento e ainda mais os que oferecerem do seu para que eu possa degustar!
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Uma viagem à São Thomé das Letras - MG
14/07/2017
- A maior lua de bruxa que já vi.
Ela, imensa, alaranjada, surgiu minguante na pista à frente do carro. Ninguém acreditou que aquela era ela, e ela brilhava em sua imensidão, fingindo que o céu era só dela, e sabendo que todos os olho da terra a apreciavam em seu esplendor. Em tempo suficiente, ela se escondeu atrás das árvores, deixando apenas sua luz laranja aparecer entre as folhas. Um ligeiro reflexo num rio. E então se escondeu.
- O céu mais estrelado que já vi, até parece que lá tem mais estrelas do que em outros lugares.
Deitada a noite sobre uma pedra fria, o vento soprando forte, uma noite escura como breu na terra, mas ao olhar para o céu havia uma festa de luzes a brilhar, as nuvens finas davam a impressão de que as estrelas moviam-se de lugar. O frio fazia calafrios no corpo encostado por completo na pedra fria, mas o contemplar as estrelas logo fez os sentimentos sumirem. Apenas admirar, o quão grande é o universo, e nós um mero pingo de gente. Todos os antepassados se guiavam pelos céus, e hoje nem mesmo sabemos achar as três Marias. Como é imenso e esplêndido o céu, como sou pequena e insignificante perto delas.
- Uma cumbuca de comida boa, mais que boa, muito boa!
- Uma sociedade superficialmente bonita, mas de pessoas vazias.
- Uma lição: uma pizza nunca será uma pizza nobre.
- Muita pedra, muita coisa é possível fazer com pedras. <3
- Nem todo celular perdido é realmente perdido.
14/07/2017
- A maior lua de bruxa que já vi.
Ela, imensa, alaranjada, surgiu minguante na pista à frente do carro. Ninguém acreditou que aquela era ela, e ela brilhava em sua imensidão, fingindo que o céu era só dela, e sabendo que todos os olho da terra a apreciavam em seu esplendor. Em tempo suficiente, ela se escondeu atrás das árvores, deixando apenas sua luz laranja aparecer entre as folhas. Um ligeiro reflexo num rio. E então se escondeu.
- O céu mais estrelado que já vi, até parece que lá tem mais estrelas do que em outros lugares.
Deitada a noite sobre uma pedra fria, o vento soprando forte, uma noite escura como breu na terra, mas ao olhar para o céu havia uma festa de luzes a brilhar, as nuvens finas davam a impressão de que as estrelas moviam-se de lugar. O frio fazia calafrios no corpo encostado por completo na pedra fria, mas o contemplar as estrelas logo fez os sentimentos sumirem. Apenas admirar, o quão grande é o universo, e nós um mero pingo de gente. Todos os antepassados se guiavam pelos céus, e hoje nem mesmo sabemos achar as três Marias. Como é imenso e esplêndido o céu, como sou pequena e insignificante perto delas.
- Uma cumbuca de comida boa, mais que boa, muito boa!
- Uma sociedade superficialmente bonita, mas de pessoas vazias.
- Uma lição: uma pizza nunca será uma pizza nobre.
- Muita pedra, muita coisa é possível fazer com pedras. <3
- Nem todo celular perdido é realmente perdido.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Não sei o que se passa, a vontade de não fazer nada ou pior, a não vontade de qualquer coisa. A derrota. A fuga. O compromisso não cumprido todos os dias.
A falta que a falta de algo faz. Falta motivação. Falta vontade de ser. Falta vontade de fazer. E até de dormir.
Há um vazio que se preenche de frustração. Completamente sem motivo. E também sem alegria.
Apenas o existir não tão discreto, mas o suficiente para ser impercetível.
A falta que a falta de algo faz. Falta motivação. Falta vontade de ser. Falta vontade de fazer. E até de dormir.
Há um vazio que se preenche de frustração. Completamente sem motivo. E também sem alegria.
Apenas o existir não tão discreto, mas o suficiente para ser impercetível.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Meditação de proteção da bolha azul
Se tiver vela azul acenda.
Inicie uma meditação simples: acalme seu corpo em um lugar confortável da sua casa ou jardim, preste atenção a sua volta, olhe a sua volta. Feche os olhos e acalme seu corpo, respire devagar e preste atenção em sua respiração, limpe sua mente e crie uma tela branca.
Nessa tela branca veja um pontinho azul, um azul forte e levemente pulsante. Traga o ponto azul para o centro do seu corpo, vá aumentando ele aos poucos, até ocupar uma área grande do seu corpo, até envolver seu tronco, se espalhando pelos braços, pernas, cabeça, veja a luz se espalhar.
Vá ampliando até envolver todo o seu corpo, até seus fios de cabelo.
Quando você estiver totalmente envolvido nessa luz azul, comece a envolver o ambiente que você está. Lembre-se de onde está sentado e vá expandindo essa luz por este lugar, sempre visualizando de olhos fechados.
Os móveis, os outros cômodos da casa, os membros da família e os animais, quando a casa inteira estiver azul, expanda essa luz para o lado de fora, jardim, garagem.
Se estiver no jardim, leve a energia de fora pra dentro, envolvendo tudo numa grande bolha azul.
Vá expandindo cada vez mais e mais azul, mentalize "tudo que envolvo em minha luz está sob minha proteção, proteção divina, e isso é para o bem de todos, assim seja, e assim é".
Vá expandindo a luz azul que você criou o mais longe que conseguir vagarosamente até que as formas não apareçam mais e fique apenas tudo azul.
Transforme o azul em luz brilhante até ficar branco.
Com o branco de volta, inspire forte e expire forte, relaxe o corpo, e mexa os dedos devagar, concentre-se em movimentos com as mãos e pés devagar.
Volte a si beeeeem lentamente, se mexendo por completo, até sentir todo seu corpo, só então abra os olhos. Você pode apagar sua vela para usar outras vezes em meditações de proteção, ou deixá-la queimar por completo.
Você pode fazer isso vários dias seguidos se tiver passando por momentos de perigo, angústia, ou medo, para erguer uma proteção duradoura.
Não sei ao certo onde aprendi essa proteção, se foi com um bruxo amigo ou em algum livro, mas foi muito importante pra mim. A cor azul traz tranquilizante e serenidade, e foi o que senti quando fiz essa meditação para proteger minha família e minha casa quando estávamos em perigo.
Se tiver vela azul acenda.
Inicie uma meditação simples: acalme seu corpo em um lugar confortável da sua casa ou jardim, preste atenção a sua volta, olhe a sua volta. Feche os olhos e acalme seu corpo, respire devagar e preste atenção em sua respiração, limpe sua mente e crie uma tela branca.
Nessa tela branca veja um pontinho azul, um azul forte e levemente pulsante. Traga o ponto azul para o centro do seu corpo, vá aumentando ele aos poucos, até ocupar uma área grande do seu corpo, até envolver seu tronco, se espalhando pelos braços, pernas, cabeça, veja a luz se espalhar.
Vá ampliando até envolver todo o seu corpo, até seus fios de cabelo.
Quando você estiver totalmente envolvido nessa luz azul, comece a envolver o ambiente que você está. Lembre-se de onde está sentado e vá expandindo essa luz por este lugar, sempre visualizando de olhos fechados.
Os móveis, os outros cômodos da casa, os membros da família e os animais, quando a casa inteira estiver azul, expanda essa luz para o lado de fora, jardim, garagem.
Se estiver no jardim, leve a energia de fora pra dentro, envolvendo tudo numa grande bolha azul.
Vá expandindo cada vez mais e mais azul, mentalize "tudo que envolvo em minha luz está sob minha proteção, proteção divina, e isso é para o bem de todos, assim seja, e assim é".
Vá expandindo a luz azul que você criou o mais longe que conseguir vagarosamente até que as formas não apareçam mais e fique apenas tudo azul.
Transforme o azul em luz brilhante até ficar branco.
Com o branco de volta, inspire forte e expire forte, relaxe o corpo, e mexa os dedos devagar, concentre-se em movimentos com as mãos e pés devagar.
Volte a si beeeeem lentamente, se mexendo por completo, até sentir todo seu corpo, só então abra os olhos. Você pode apagar sua vela para usar outras vezes em meditações de proteção, ou deixá-la queimar por completo.
Você pode fazer isso vários dias seguidos se tiver passando por momentos de perigo, angústia, ou medo, para erguer uma proteção duradoura.
Não sei ao certo onde aprendi essa proteção, se foi com um bruxo amigo ou em algum livro, mas foi muito importante pra mim. A cor azul traz tranquilizante e serenidade, e foi o que senti quando fiz essa meditação para proteger minha família e minha casa quando estávamos em perigo.
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