quarta-feira, 29 de setembro de 2010

E quando digo que cansei, é porque é verdade.


As coisas estão mudando...
Quando o vento muda, nos leva a novos horizontes...


"Vamos à luta filhos da p...átria!"


domingo, 26 de setembro de 2010


Palácio Lilás - Alto dos Vales Valinhenses
Talvez era exatamente isso que faltava pra eu me sentir bem e mais segura.
Sinto-me leve pela nossa conversa.
Estou realmente feliz por ter dito tudo isso pra você.
E foi no dia certo!
Pode ser que seja só besteiras minha, mas era algo que eu realmente precisava dizer.
Talvez seja bom pra você conhecer um pouquinho mais dessa namorada louca que você tem.

E não pense que com tudo isso eu queira causar algum tipo de resistência ou pressão, pelo fato de criar um tipo de obrigação sua comigo, não quero que me jure amor eterno, nem que nunca sairá do meu lado, nem todas as coisas que você já não disse, muito pelo contrário, quero com isso conquistar a sua confiança e ter o seu respeito.

Na verdade agora vejo me livre pra mergulhar na sua vida e no que está acontecendo com agente.
Quero poder aproveitar cada momento ao seu lado. E ser plenamente feliz enquanto for possível com você.

E se algum dia as coisas não forem mais tão perfeitas, que um tenha a liberdade de conversar com o outro sobre o que se passa.
E mesmo que tudo se acabe, não haverão grandes ferimentos porque as coisas estarão sempre claras e resolvidas.

Quero poder contar com você e ser sua amiga, pra poder dividir todas essas minhas besteiras e todas as minhas conquistas. Quero confiar em você sempre e vou respeitar você sempre.
Eu sei que não é favor, mas obrigada!

Não consigo dizer se é bom ou mal
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá, o que quer que eu faça
Sem você não tem graça!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Acho que meus pais estão preocupados.
Eles acham que você manda em mim...
Eles tem medo de você, isso sim.
Quem é este que surgiu do nada e fez com que a filhinha do papai ultra independente, moderninha e baladeira ficasse em casa?
Quem é este por quem a filhinha se preocupa, de quem ela mais fala, quer comprar presentes pra ele, quer estar junto dele o maior tempo possível?
Quem é este que dá coragem pra ela sair de casa de carro sozinha? Que faz ela não ter medo? Que a faz sorrir e sonhar mais?
A filhinha do papai mudou.

Não só os pais se preocupam com a mudança...
Os amigos acham tudo muito estranho, ela nunca foi assim antes...
Os primos desconfiam, ela era tão liberta de tudo e todos...
Os tios estão curiosos, quem é este que ela tem orgulho de chamar de namorado?

O que ele tem que fez ela mudar tanto?
O que ele tem que faz ela querer levá-lo junto a todos os lugares?
Quem ele é?
O que ele quer?
Como ele fez isso?
Como ele a fez assim?

Porque ele a faz sorrir só sempre?

Acho que essas preocupações de todos eles sejam por um único motivo: eles nunca me viram assim.
Eu jamais estive assim.
A culpa é toda sua...
Ele me faz ser assim, pensar assim, agir assim...
Assim tipo: me faz querer ser a melhor {pra ele!}, pensar e colocá-lo em cada pensamento, fazer com que meus atos sempre se direcionem a ele, de forma direta ou indireta.
Eu simplesmente o quero.
Comigo. Agora.

Muitas coisas mudaram sutilmente, ele começa a fazer parte da minha vida, e dessa forma a ajudar a construir-me. Daqui algum tempo o que serei será embasado também no que ele é, e no que ele contribuiu para o que eu fosse.
Eu sou uma mistura de cada pessoinha brilhante que já encontrei na vida.
De todas elas eu peguei um pouquinho pra formar-me, mas estou em constante construção de uma pessoa que futuramente poderei dizer que sou eu, ou não, pois será uma pessoa fruto da junção de todas mais.
Mas algumas pessoas tiveram um peso muito maior e me acrescentaram muito mais do que as outras e sinto-me como se fosse em parte delas.
E sinto-me já parte dele, não são quatro anos ainda, mas tem muitas coisinhas que já fazem parte de mim.

Por eu querer que ele faça parte da minha vida, o quero o tempo todo, em todo e qualquer lugar que eu vá, por isso todos os meus conhecidos estranham meus atos e pensamentos de agora. Nunca gostei que pessoas {namorados} fossem comigo em todos os lugares, sempre gostei de espaço pra respirar, sempre quis essa liberdade de fazer o que quisesse na hora que quisesse, já briguei pelo simples fato de não me achar obrigada a me justficar {onde fui e com quem, que horas fui e que horas voltei}.
Mas eu quero meu namorado comigo, sempre. E quero que ele saiba onde estive, com quem estive e fazendo o que!
Mudei sem perceber e sem querer.
Mas estou feliz por tê-lo ao meu lado.

Espero que todos o conheçam, espero que eu o conheça, espero que ele seja mesmo tudo que eu acho que é e tudo que tem sido, e se assim for, eu estarei sempre bem, e minha família poderá morrer de ciúmes {fazendo pose de bravos e malvados!}, porque eu vou querê-lo sempre!



Muitas vezes prefiro a quinta-feira!

Depois de um começo de semana do capeta, como todos os meus últimos começos de semana, penso que quinta é o melhor dia, porque posso simplesmente ficar de boa sem me preocupar com nada.
Domingo tenho coisas do inglês pra fazer e geralmente não vejo o namorado.
Segundas-feira tenho inglês no almoço, mas pelo menos é a aula que eu mais gosto {exceto música}, aquela correria básica e depois de noite ainda tenho que fazer atividades pro inglês de terça.
Terça-feira tenho inglês de novo no almoço, estressante e cansativo. De noite, fazer mais atividades pra aula de inglês de quarta.
Quartas-feira é o pior dia. Inglês no almoço, gramática. E depois, de noite, exausta por causa da quantidade de serviço que as quartas é maior, ainda tenho aula no Instituto. É pra acabar comigo mesmo.
Obs. Hoje tive prova no Instituto – Matemática Financeira. Até agora tem uma lógica confusa pra mim. Mas acho que fui bem. Estudei!
Daí vem a quinta! A preferida!
Almoço super sossegado. Noite tranquila e sem preocupações.
Mas a sexta já é meio conturbada, principalmente de noite, pois tenho estágio sábado pela manhã, e lembro me do tcc que ainda não fiz.
Sábado é só correria.
E quando vejo, só relaxo às quintas.
Então, vem quinta-feira!

sábado, 18 de setembro de 2010

Sábado, 18 de Setembro de 2010 às 22h48min.
Palácio Lilás

Que dia!
Meu despertador tocou cedo, mas eu desliguei e voltei a dormir.
Acordei mais tarde em choque, com medo de ter perdido a hora de ir pro estágio, mas não. Levantei me ainda sonolenta e fui pro estágio. Estou super empolgada, tive várias idéias já.

Voltei do estágio e bateu uma saudade do meu namorado lindo... Tive vontade de pegar o carro e ir pra cidade que ele estava trabalhando, então acordei a Gordinha que ainda estava capotada e falei pra ela se arrumar, porque iríamos juntas.
Mas, quando estávamos quase prontas pra sair, os planos mudaram, meus pais resolveram almoçar com agente, daí fomos pro shopping comer porcaria!

Acabei fazendo compras, claaaro!
Amei minhas aquisições.

Voltei super tarde, pegamos pizza pra comer em casa. Já está friozinho por aqui.

Agora, nesse exato momento eu sinto a falta dele aqui comigo, do meu lado, me enchendo de mimos e elogios, dizendo tudo que eu adoraria ouvir e me dando carinho.
Hoje acho que foi o primeiro dia em algum tempo, de talvez meses, que fiquei sem falar com ele.
Deveria ser proibida ficar sem meu namorado lindo.
obs. noite passada ele voltou a ser o garoto dos meus sonhos, literalmente!

Já comecei meu relatório de estágio e TCC para dezembro, vai ficar super!

Acho que vou praticar e estudar um pouquinho porque sinto me afastada do conhecimento e do poder, estou perdendo a prática e algumas coisas voltam a ficar difíceis de realizar. Isso não pode acontecer, de forma alguma!

Estou ouvindo Nelly Furtado, as músicas me fazem sentir muitas saudades, de muitas pessoas e fatos específicos, sinto me sozinha.
Nem no msn tem alguém hoje.
Fui largada!

Sexta-feira, 17 de setembro de 2010 às 23h38
Sala de jantar – Palácio pouco Lilás

Alguém sabe como acabar com a insegurança?
Servem também sugestões para diminuí-la.
Não sei ao certo os motivos da minha insegurança suprema, mas, de fato, sou insegura, com tudo.
Sempre tenho receio de algo. Acho que sempre espero o pior, por isso a insegurança.
Posso estar no mais firme pedaço de chão... E mesmo assim acabo vacilando.

Isso não é nada bom e eu estou tentando mudar, mas quando me vejo bem segura em determinada situação, me traio sem perceber. Minha mente formula hipóteses e tudo vai pelos os ares.
O que é necessário para não me sentir insegura?
Ainda não sei.
Será que estar segura é mesmo melhor?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010



Por volta de oito horas da noite.
Ela subia de elevador pensando o quão cansada estava. Mal se lembrava que dia da semana era. Voltava pra casa após um longo dia de trabalho, já tinha ido ao curso também, por isso chegava tão tarde.
Abrindo a porta do pequeno apartamento pensou que ele já estaria em casa.
Entrou silenciosamente, ele não estava na sala, nem na cozinha e nem no perímetro que seus olhos podiam percorrer do hall de entrada. Ia declarar sua chegada quando viu a porta de correr da varanda entreaberta.
Ela atravessou a sala silenciosamente e sentou-se numa das poltronas da sala que davam de frente com a sacada, ainda com a bolsa nos braços, relaxou por um momento e observou-o.
Ele acabara de ascender um cigarro. Estava apoiado no parapeito da varanda olhando ao longe. Parecia extremamente desligado do mundo, olhava, mas de certo não via nada. Por sua pose de apoio e pelo seu jeito confortável ela imaginava que ele não pensava em nada, apenas aproveitava o cigarro.
Ali, sentada, admirando-o, não conseguia se lembrar há quanto tempo estavam casados, nem há quanto tempo suas vidas estavam naquela rotina incessável de trabalhar, estudar, dormir, nas míseras folgas, visitar mães e parentes. Há quanto tempo ela não parava assim pra olhar pra ele, pra admirá-lo.
Ele deveria ter chego tarde também, ainda usava a roupa do trabalho, a camisa social branca, a calça preta e o sapato, o cabelo estava levemente desarrumado, como no final de qualquer dia. Ele poderia ter fumado por volta de trinta cigarros já, mas ela não se importava mais. No começo do namoro pegava no pé dele e odiava esse maldito vício, hoje, ela aprendeu a respeitá-lo e ele a ela, pois não a incomodava com o cigarro.
Ele tragava calmamente o cigarro, depois soltava a fumaça, que subia leve no ar.
Ela não se lembrava da última vez que o vira tão lindo.
Era o amor da vida dela, que agora se debruçava na varanda e relaxava pouco mais as costas.
Ela observava todos os traços do corpo dele, cada detalhe, memorizava cada milímetro, era como se fosse a primeira vez que o via após um longo tempo distante. Mas moravam na mesma casa, viam-se todos os dias.
Ela se perguntava onde ela estava quando ele adquiriu esse ar adulto e maduro, e porque ela nunca tinha reparado que ele tinha ficado muito mais charmoso e bonito.
Ela estava na mesma posição desde o momento em que se sentara na poltrona, com o rosto apoiado nas mãos, os braços apoiados sobre os joelhos, a bolsa entre ela e os braços, o olhar apaixonado fixo nele.
Ele apaga o fim do cigarro no cinzeiro da varanda, espreguiçasse, estica as costas e se dirige à porta.
Ele entra na sala e se surpreende ao vê-la ali, sentada e quieta.
Começa um diálogo com a frase: “Oi! Não percebi que tinha chego! Você não me chamou. Entrou quietinha? Você disse oi?...”.
Parou e percebeu a. Ela ainda o olhava silenciosamente, com um olhar de encanto e desejo. Era um olhar apaixonado.
Ele sorriu.
Levantou o rosto dela entre as mãos e tocou de leve seus lábios nos dela. Ela sorriu.
Ele beijou a delicadamente ainda com o rosto dela entre as mãos.
{Eu te amo} Mas ela apenas pensou. Nada disse.
Apenas suspirou profundamente ao fim do beijo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Terça-feira, 14 de Setembro de 2010 às 22h20min.
Palácio Lilás - Alto dos Vales Valinhenses

*Comentários inspiram meus posts.


Blog
# Um blog (contração do termo "Web log"), é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "posts".
# É um sistema de publicação na web destinado a divulgar informação por ordem cronológica, à semelhança de um diário.
# Numa definição bem simples, é um diário publicado na internet {ecológico!}. A exibição dos textos começa dos mais recentes para os mais antigos, de forma que a primeira página sempre mostra as novidades.
Meu velho diário!



Meu blog comçou há muito tempo atrás, nos meus tempos preferidos, por causa de uma pessoa querida e moderninha.
Eu já tinha tentado ter um blog uma vez antes, mas não sabia como funcionava, nem o que escrever, não deu certo.
Mas essa pessoinha linda da minha vida fez o blog pra mim. Me deu algumas dicas iniciais e assim foi indo.
A princípio eu não sabia o que escrever em um blog, e não tinha pensado em ter leitores, nem seguidores, nem fazer parte desse mundão {que bem depois eu vim a descobrir} da blogosfera, muito menos ter fãs e fazer amigos pelo blog.
Começou como uma ídeia meio vazia, só pra colocar algumas bobagens.

Após algum tempo ser escrever nada, precisei escrever. Vi no blog uma saída, uma solução para um momento em que eu necessitava de comunicação, nem que fosse comigo mesma e com "ele".
Minha vida deu muitas revira-voltas nesse período e eu me sentia sozinha, com um tempo e um computador sobrando!
Emprego novo.
Faculdade nova.
Tempo de menos.
Eu fazia um horário diferenciado de todos os meus amigos.
Não conseguia nem ver minha família que morava na mesma casa que eu.

Precisava me comunicar, despejar tudo que sentia e dividir tudo que se passava comigo naquele momento tão novo.

Eis que lembrei do blog!
E assim começa a funcionar minha penseira {local para o depósito de pensamentos!}.

No início só tinha um leitor. Um fiel leitor que lia todos os dias [e que acho eu, que ainda me lê!] que só queria como eu estava e o que acontecia na minha vida, porque talvez eu fosse a pessoa mais importante pra ele, como ele é pra mim.
Era pelo blog que ele sabia meus passos e minhas bobagens, que antes eram conversadas todos os dias.

Passado algum tempo, estive com um grande tempo livre e comecei a ler e comentar em alguns blogs aí por este mundão. Assim consegui muitos amigos, e descobri muitas coisas legais.
Meus comentários faziam com que as pessoas viessem ao meu blog. Achei que seria legal se eu tivesse algumas informações além da minha própria vida e dos meus próprios problemas pra compartilhar.
Foi aí que fiz alguns textos informativos e participei de vários memes e joguinhos, promovi eventos e sites legais.

Mudei de cidade. Outra mudança radical. Mais mil e quinhentas horas livres, sem nada nem ninguém. Logo, parti novamente em busca de novidades para colocar no blog, imagens, mexi com templates e até estudei html.
Era visitante assídua de muitos blogs, lia coisas interessantes e que me faziam aprender muito.
Até que eu arrumei um emprego e minhas frequentes visitas se tornaram eventuais e com isso o meu blog deixou de ter o grande número de leitores diários de antes e a visibilidade que tinha.
Mas saibam, pessoas da blogosfera, que eu ainda os amo, amo vossos blogs e gostaria de ter mais tempo para navegar, participar e comentar, como antes.

Com o tempo, com a leitura e com a prática, percebi que meu modo de escrever evoluiu, muitos textos são bem mais coesos e claros do que no início {exceto os abstratos!}. O que é algo muito bom.

Hoje e sempre meu blog foi um depósito: de pensamentos, de idéias, de locuras, de aventuras, de sentimentos, de agonias, de conquistas, de momentos, de saudades, de amores, de vidas importantes pra minha vida.


E sempre, antes de escrever um novo post, o pensamento que paira na minha cabeça é a idéia de que, um dia, meus filhos poderão ler toda essa minha vida!

Não é tão belo quanto um livro, mas é uma biografia completa, digna de ser lida!

Chega de blá blá blá. Vou estudar. E preciso dormir.

Para meus filhos: Vão dormir! Leiam mais amanhã! Está tarde! A mamãe os ama!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Segunda-feira, 13 de setembro e 2010 às 00h49min.
Palácio Lilás - alto dos vales valinhenses

Primeiros minutos do dia 13. Segunda- feira 13 é o pior dos piores dos dias.
Mas meu dia 12 foi muito bom, então nem vou me preocupar com a segunda.

Hoje conheci minha pseudo-sogra, e a ‘‘família’’ do meu namorado.
Eles são bem animados, legais e foram bem receptivos com a minha pessoa. Me senti bem entre eles, e gostei muito da minha pseudo-sogra, meu namorado adimira muito ela e pelo que eu pude observar hoje, tem muitos motivos pra isso.
Foi uma situação bem nova para mim. Mas foi extremamente agradável, ainda mais na hora que eu entrei no carro para ir embora com meu namorado e pude ver no seu sorriso o quão feliz ele estava por eu estar junto dele e da família dele.
Depois ficamos juntos algumas poucas horas. Mas o tempo passou rápido e a segunda-feira 13 já estava quase em nós.
Não gosto de ter que ir embora.

Na hora que estava indo deixá-lo na casa dele, meu pai me ligou, como eu dirigia, não pude atender o celular e pedi pra que ele atendesse pra mim. Meu pai, malandro que é, tocou o terror nele pelo telefone.
Até minha mãe disse que meu pai foi malvado e deveria ter assustado meu namorado, o que de fato ocorreu. Mas depois vi que não era nada de mais, só tava causando mesmo.

Meu final de semana foi muito bom, gostaria que ele estivesse presente em mais momentos do meu final de semana, mas não posso querer demais, ele tem que querer e se sentir bem em estar comigo e com a minha grande e bagunceira família.

Bom, que tenhamos todos uma boa segunda- feira 13, e nada de assombros. Seguida de uma ótima semana.

sábado, 11 de setembro de 2010

Find me here,
And speak to me
I want to feel you
I need to hear you
You are the light
That's leading me to the place
Where I'll find peace... Again

You are the strength
That keeps me walking
You are the hope
That keeps me trusting
You are the life
To my soul
You are my purpose
You're everything

And how can I stand here with you
And not be moved by you?
Would you tell me how could it be any better than this?

You calm the storms
And you give me rest
You hold me in your hands
You won't let me fall
You steal my heart
And you take my breath away
Would you take me in
Take me deeper, now

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

Cause you're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
You're everything, everything
You're all I want
You're all I need
Everything, everything

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better any better than this

And how can I stand here with you
And not be moved by you
Would you tell me how could it be any better than this
Would you tell me how could it be any better than this


Lifehouse again!