sábado, 31 de outubro de 2015

Hoje é um dia muito especial!
Além de ser o dia do sagrado Beltane é o dia que escolhemos para celebrar o aniversário da nossa pequena vida!
Nosso pequeno amorzinho!

Esse ser radiante que enche nossa casa de energia, que nos faz ver como a vida é bonita e nos ensina como os seres devem se relacionar, se amar, se perdoar, se alegrar.
É um pinguinho de vida que vale mais do que qualquer outra, por ser tão rico em pureza.

Parabéns pelo seu primeiro ano de vida ‪#‎Podolski‬!


Que você possa continuar alegre e cativante, que esta data renove suas energias para o seu novo ciclo.

Hoje o sabat vai ser longo, até o dia clarear, farta em comida, vai ter muita alfafa e feno!!!

Obs. O balanço de antes teve que ser transformado numa ponte porque não cabia mais esse gordinho dentro!
Vim ao blog procurar uma lista de frases que são a base da minha vida há algum tempo, fazem parte da cultura Cherokee e não achei.

Acho que não reproduzi-os aqui na ocasião em que li-os, então vim para registrá-los.


Cherokee

Treat The Earth And All That Dwells thereon With Respect

Remain Close To The Great Spirit

Show Great Respect For all Beings

Work Together For The Benefit Of All Mankind

Do What You Know Is Right

Look After The Well-being Of Mind And Body

Dedicate A Share Of Your Efforts To The Greater Good

Be Truthful And Honest At All Times

Take Full Responsibility For Your Actions






Mandamentos Cherokee

Trate a Terra e tudo o que nela habita com respeito
Mantenha-se próximo ao Grande Espírito
Mostre grande respeito por todas os seres
Trabalhem juntos pelo benefício da Raça Humana
Faça o que Você sabe que é certo
Cuide do bem estar da mente e do corpo
Dedique uma parte de seus esforços para o Bem Maior
Seja sempre verdadeiro e honesto
Assuma total responsabilidade por seus atos.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

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Será um novo vampiro?


Se for mesmo, quero distância!!!!


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domingo, 8 de março de 2015

Para amar não é preciso falar a mesma língua...

sábado, 8 de março de 2014


Bruxas, aquelas mulheres velhas, feias, narigudas, vestidas de preto, nariz pontudo, verruga, caldeirão e vassoura, só existem nas lendas e nas histórias infantis.
A imagem clássica da bruxa nasceu da repressão à sabedoria e ao poder das nossas antepassadas, há coisa de quase mil anos. Bruxas nunca existiram. Existiram, sim, milhares e milhares de sábias que foram queimadas nas fogueiras da Inquisição da Igreja Católica por cerca de seis séculos.


Quando os católicos começaram a dominar a Europa, na Idade Média, era preciso enquadrar as mulheres no modelo feminino deles. E a maioria não se enquadrava. As mulheres celtas, em particular. Eram elas as médicas de então. Eram elas as grandes conciliadoras, as mediadoras de conflitos. Sabiam lidar com as ervas. Sabiam ler os ciclos e as mensagens da natureza. Sabiam dominar e interpretar sonhos e a sua própria intuição. Conheciam a linguagem das plantas e dos caldeirões, dos chás, temperos, remédios, poções. Eram sábias, à sua maneira. E podiam dialogar com as estrelas.
Toda a tradição desses conhecimentos ( na verdade, banais) foi vista pela Igreja como algo demoníaco, como algo que não se enquadrava no machismo da religião católica, na mentalidade dominadora dos homens que pretendiam governar os povos, o mundo.

Homens são da guerra. São o sol. São do poder pela força, pela dominação dos mais fracos, pela intolerância cega de quem se julga possuidor das verdades. Homens são lineares: para frente e para o alto, derrubando o que estiver no caminho! Possuindo, dominando, com a força da testosterona e o brilho ofuscante da luz solar.
Mulheres são cíclicas como a lua. Mulheres são da paz, da conciliação, do amor materno, da tolerância, da compreensão. Mulheres têm fases: quinze dias de estrogênicas, brilhantes, sedutoras. Outros quinze, progesterônicas, maternais, recolhidas, acolhedoras. Mulheres são sinuosas: em vez de derrubar e destruir os obstáculos, contorná-los, dribá-los e seguir em frente, com a suavidade do luar.


Mulheres são mães, por isso a natureza deu-lhes uma coisa a qual chamamos de sexto sentido: nossa feroz, nossa imbatível e muito pouco falível (quase infalível) intuição.
Mulheres sábias, em nome da repressão dos antigos católicos, foram rotuladas de bruxas, feiticeiras, demoníacas. Foram queimadas nas fogueiras da Inquisição por mais se seiscentos anos.
Muito da tradição, da sabedoria, da bondade, do domínio da intuição, muito, muito mesmo do conhecimento feminino se perdeu, espalhou-se no ar, nas cinzas das fogueiras da matança.
Nas sociedades de então, as mulheres foram perdendo o poder. Foram se calando. Ficaram submissas. Suas qualidades de mulher foram reduzidas aos rótulos de sensibilidade exacerbada, fragilidade, dependência, raciocínio inferior. E, finalmente, elas se tornaram cidadãs de segunda classe, confinadas ao universo do lar, sem papel social maior do que a maternidade.



Foi apenas no final do século XVIII que algumas mulheres começaram a se rebelar quanto à sua condição social.
Cem anos depois, as européias e as americanas começaram a se organizar para lutar em prol dos seus direitos de cidadania. Queriam estudar, votar, opinar. Queriam voltar a ter voz no mundo.
Surgiram as sufragistas, as feministas e surgiram, na segunda metade do século XX, as primeiras mulheres livres na nossa sociedade.


Se hoje aprendemos a ler e a escrever, se hoje podemos votar, trabalhar, exercer nosso direito ao prazer e à contracepção, se hoje podemos ter nosso próprio dinheiro, se hoje já não somos tuteladas e consideradas inferiores e incapazes, tudo isso devemos às mulheres que, antes de nós, lutaram, morreram, sofreram, foram encarceradas e ridicularizadas porque queriam tudo isso (e mais) que temos hoje.
Mas ainda não é tudo.
Quando, nas décadas de 1970 e 1980, entramos na vida produtivas, assumimos, quase sem querer, o modelo masculino de poder, de competição, de produção. Muitas executivas e políticas dessas décadas se transformaram em homens de tailleur e salto alto.

Era apenas mais uma etapa de um processo de libertação feminina que ainda está longe de terminar.
Hoje, no século XXI, as mulheres precisam resgatar a bruxa dentro delas.
Hoje é preciso lembrar que podemos ter os mesmos direitos que os homens na sociedade mas que somos muito, muito diferentes deles.


Somos a outra metade da vida. A metade que foi brindada pela natureza com a capacidade de gerar, de ser mãe, e, por isso mesmo, também com todas as capacidades do sexto sentido.
É essa capacidade, a do sexto sentido, que ainda está latente e adormecida dentro de nós. É o nosso lado bruxa, cruel e historicamente reprimido num mundo de guerra, num mundo onde o poder era apenas masculino e, portanto, desequilibrado.
O mundo é feito de mulheres e de homens. Para mulheres e para homens.
Depois de milênios sendo governado e dominado apenas por um lado, o masculino, não é de admirar que falte, nas relações humanas, exatamente o que caracteriza a magia feminina: o amor, a compreensão, a tolerância, a capacidade de conciliação.

E esses dons femininos nascem na intuição. Nascem nos cérebros femininos que os homens tanto rotularam de "pouco racionais".
Muito mais intuição do que razão e a razão que nasce da intuição - assim é a cabeça feminina. A sabedoria popular sabe bem que o coração tem razões que a razão desconhece.
O mundo só encontrará o equilíbrio quando o poder estiver também equilibrado entre a razão e o coração. Entre a cabeça da mulher e a cabeça do homem. Entre o estrogênio e a testosterona.
A terra precisa de mais Ladies Di e menos Margarets Tatcher.


Nosso planeta precisa de mulheres dividindo com os homens o poder, as decisões, o diálogo.
Não mais daquelas mulheres que se masculinizaram para conquistar um lugar ao sol no mundo produtivo, na vida política, mas sim de mulheres que estejam nas empresas, nas assembléias, nas igrejas, na política, na vida artística, com a sua alma feminina por inteiro. Ou seja, resgatadas a capacidade de seu sexto sentido, seu instinto materno, sua intuição (coisas que, para os homens, parecem mágicas, mas que para nós são tão naturais como respirar).

É o momento de resgatar a bruxa que perdemos ao longo do caminho e colocá-la a serviço da humanidade.
Redescobrir a feminilidade que o poder masculino tentou destruir é a proposta deste livro.



Introdução de Todas as mulheres são bruxas - Isabel Vasconcellos

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Eu fui escolhida pra ser completa.
Eu fui abençoada pelos céus ao conquistar o seu amor, seu respeito e seu carinho. E mais ainda ao ter a oportunidade de dar-lhe tudo o que você desejou sua vida inteira.
Eu serei a sua família, e você a minha!
Juntos teremos o nosso lar.
Estamos construindo nossa história, finalizando um capítulo repleto de realizações para entrar em um novo totalmente diferente, mas totalmente juntos.
É o nosso sonho, a nossa conquista.
Nosso momento de sermos o que falta um pro outro, para que tudo que já temos possa crescer ainda mais.
Dentro de pouco tempo, perante nossos pais, familiares e amigos, perante a lei dos homens e perante os deuses, seremos completos.
Falta tão pouco. Faltam 30 dias!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013





MarkGreenmantlePhotography

http://www.greenmantle.biz/

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Paixão

Sempre achei que amor de verdade era quando você se sentia capaz de morrer por quem se ama... Mas depois de ler algumas coisas e ver algumas pessoas, creio que amor de verdade é ao contrário.
Amor de verdade deve ser quando se vive por quem se ama, quando quem se ama não vive mais.

Se você soubesse que o amor da sua vida morreria no próximo domingo, e ele não, o que faria?

Se amas alguém, pense nisso com todo seu coração.

E o que farias depois?

Viveria cada segundo até domingo e morreria com o amor no domingo?
Ter o resto da vida de luto é como morrer.
Morrer é fácil. E é também desperdiçar o amor recebido.
Morrer é fechar-se. É a prova de que não houve aprendizado com o amor.

Viver é difícil.
Amar é difícil.
Sorrir é difícil.
Continuar é difícil.
Ser forte é difícil.
Sentir é difícil.

Não se deixar morrer é difícil.

Amor de verdade é viver por amor. Com ele ou sem ele.


[...]
- Os vencedores guiam aqueles que serão sacrificados para suas próximas vidas.
- Os vencedores matam os prisioneiros?
- MATAR, não! Eles não são assassinos! Eles SACRIFICAM. Primeiro decapitam as pessoas. As cabeças vão para muralha e os corpos jogados em uma fossa de pedra nojenta, desculpe-me, SAGRADA na floresta. E se quer saber, não vejo como isso trará chuva, mas quem sou eu para julgar?

Paixão - Um romance da série Fallen (Livro III)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Um pequeno passo para grandes conquistas!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Permita-se

Permita-se
Permita-se ia a uma festa sem tomar banho.
Permita-se ir a padaria de pijamas.
Permita-se passar um dia sem pentear o cabelo.
Permita-se dormir até tarde e chegar mais tarde no trabalho.
Permita-se sorrir quando alguém brigar com você sem motivo.
Permita-se correr pela rua descalço.
Permita-se tomar um banho frio.
Permita-se tomar um banho quente.
Permita-se dançar no supermercado quando ouvir uma musica dançante.
Permita-se brincar de esconde-esconde numa biblioteca.
Permita-se olhar nos olhos das outras pessoas sem medos.
Permita-se salvar um inseto.
Permita-se comer um pastel de carne, champignon e uvas passa.
Permita-se nadar numa cachoeira.
Permita-se deitar-se ao sol para sentir conscientemente seu calor na pele.
Permita-se passar uma noite acordado conversando com um grande amigo.
Permita-se abrir a janela num dia de chuva.
Permita-se aprender a andar de bicicleta, mesmo que você já tenha mais de quarenta anos.
Permita-se sentar sozinho com álbuns de fotos para recordar as cenas mais antigas que puder.
Permita-se chorar em um filme emocionante.
Permita-se ouvir alguém tocar piano.
Permita-se cantar no karaokê.
Permita-se tomar um banho de chuva na volta de um dia estressante de trabalho.
Permita-se exibir sorrisos contagiantes.

Você não é verdadeiramente livre.
Liberte-se das convenções diárias.
Faça coisas que te levem ao bem estar.
Sorria mais das coisas cotidianas e das coisas que saem do cotidiano.
Faça dos momentos únicos e memoráveis.