terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Não consigo parar de pensar nele um minuto.
Olho pro celular a cada três minutos aguardando sua resposta, apenas para saber se ele está bem.
Queria que ele soubesse o quanto é importante na minha vida e que tudo que faço, antes penso nele.
Queria conseguir explicar pra ele o quanto é difícil ficar sem ele, e ir pra lugares em que ele não quer ir.
Mas definitivamente, eu não sei conversar!
É tão fácil pensar, é tão fácil escrever.
Mas quando o vejo pessoalmente tenho medo, medo de deixá-lo triste, medo de não conseguir me explicar, medo de dizer o que penso, por não saber bem como dizer.
 
Queria muito que ele soubesse o quanto o amo e o quanto eu quero que ele faça parte da minha vida sempre!
Queria que ele soubesse que tem algumas pessoas que são extremamente importantes na minha vida, e que me ajudaram ser o que sou hoje, seja isso bom ou ruim, mas são parte de mim.
E que eu quero muito que essas pessoas que tanto significam na minha vida, façam parte também da vida dele. E que mesmo que não os conheça hoje, possa estar tão à vontade quanto eu, um dia com eles.
 
Queria conseguir conversar com ele, sem brigar, sem ficar triste, sem ficar com medo.
Queria que ele estivesse ao meu lado porque ele quer, porque goste da minha cimpanhia e porque me ame.
Assim como eu.
 
Eu acho que ele vai acabar lendo tudo isso, mas não quero que volte atrás no que disse, só quero que me ajude a ser melhor.
 
Isso não são mais do que pensamentos que me incomodam e atrapalham meu trabalho, por isso escrevo-os.
Não quero nem um tipo de efeito, quero apenas me entender e conseguir ser melhor, pra ele!
 

Faturamento - Laboratório
16h28min.
 
-|- Antes de imprimir pense no seu compromisso com o Ambiente -|-
é ainda tão difícil para eu escolher.
e às vezes são me impostas escolhas tão desnecessárias, e é por isso que fico assim desmotivada e tristonha.
 
 
Faturamento
15h37min.
 
-|- Antes de imprimir pense no seu compromisso com o Ambiente -|-

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


Tomei coragem...
Atualizando com o texto decente.
Tem muitas coisas mais já em rascunho...



04 de janeiro de 2010 às 22h52min.
Indo para casa - 508 - Fonte Mécia

Esse texto é totalmente sobre o que eu sou, o que não sou, o que poderei ser e o que não serei.
Dificilmente me pergunto quem sou, o que faço, pra que vim ao mundo, qual a minha missão, ou qual o meu dom, porque não sei responder nada disso e questões sem respostas me deixam frustrada.
Este início de ano me fez pensar sobre isso porque termino muitas das coisas que iniciei, como a faculdad, inglês {e nem sei porquê comecei tudo isso}, me vejo totalmente sem rumo.
Acabei a faculdade. Estou graduada em gestão comercial! Mas pra quê mesmo?
Não sei por qual motivo escolhi esse curso, talvez porque era novo, talvez porque eu não sabia bem o que era, talvez porque pensei ser o mais fácil e rápido, talvez só pra dizer pros meus pais e pro resto do mundo que sou graduada e só.
Cumprir com protocolo.
Muitas das coisas que já fiz na vida não sei porque fiz, tipo a facul, tipo o SENAI, tipo as aulas de violão, tipo academia...
O SENAI é o que mais me intriga. Porque eu fiz SENAI?
Pra que me formei como mecânica geral industrial?
É certo que aprendi muito como pessoa no SENAI, cresci e mudei muito, conheci as mais brilhantes pessoas da minha vida. Aprendi que ter amigos que nos amam vale muito, muito mais do que o dinheiro pode comprar, tanto que não tem preço, nem emprego que pague.
Poder fazer alguém sorrir, ou poder transformar o pior lugar do mundo com uma dançinha sexy engraçada e uma música desafinada e brega virou algo simples de todo dia, aprendi mudar um ambiente do qual não se pode, nem se consegue sair, e fazer dele agradável só por ter quem se gosta ao lado.
Aprendi valores que vou levar comigo até o fim da minha vida.
Mas o conteúdo de mecânica ainda não me teve muita utilidade, porque mecânica industrial não me ensinou a trocar pneu, nem calibrar pneus ou trocar o óleo, nem nada quue e preciser usar com o meu carro ainda.
To fazendo inglês, tinha planejado viajar pra fora do país esse ano, mas sem meu namorado não vou à lugar algum.
Queria fazer uma pós graduação, mas não sei qual é a minha área,a que gosto e me identifico, na qual quero crescer profissionalmente.
Quando peço ajuda à Deusa sobre isso ela me diz que não preciso escolher, não preciso fazer essas graduações clichês só porque este é o caminho que a sociedade indica.
Ela me diz para ser feliz, fazer o que me dá prazer, pensar em coisas que mesmo que eu não possa ganhar rios de dinehiro com isso, me faça bem e/ou faça bem pras pessoas a minha volta.
E acho que vale mais um sorriso da pessoa amada do que rios de dinheiro e não poder passar um tempo com quem se ama.
Estou perdida! Ou sou perdida?
Só o que sei é quue gosto de música e dança. Gosto de cores e formas, artes e fotos.
Gosto de família e amigos próximos a mim.
Amo ver meu consorte feliz.
Quero aprender a fazer um novo tipo de bolo, quero aprender a manter os bons amigos, quero aprender como ser uma boa companheira, esposa e mãe.
Quero poder fazer viagens, conhecer novos lugares, e pular de para-quedas antes de ser mãe.
Quero poder fazer o bem para pelo menos uma pessoa por dia, seja ela um amor meu ou um desconhecido que mereça.
Quero ajudar pessoas a serem melhores e a trabalharem por um mundo melhor.
Quero viver bem com quem eu amo, independente de onde, independente de dinheiro ou profissão, ou seja lá o que for.
Quero ser feliz com as minhas coisas bobas, com as minhas pequenas alegrias.
Mas ainda não vejo isso como uma alternativa a escolher pelo tipo de sociedade em que estou, por causa dos meus pais.
Sinto-me triste ao pensar dessa forma, queria ser mais liberta desses conceitos, mas é difícil por causa da criação que tive e do que pensam meus pais, pessoas que exercem grande peso na minha vida e em minhas escolhas, pelo menos enquanto eu morar na casa deles.
Não pelo fato de influenciarem diretamente nas minhas escolhas, ou por me recriminarem pelas minhas escolhas, mas por fazerem parte da minha vida, por serem meus grandes amores e por serem parte da minha felicidade.
E depois de divagar horrores por estes pensamentos sem respostas, volto a mesma questão inicial: Quais mês planos para o ano que se inicia? O que eu quero conquistar? O que eu quero aprender?
Ainda não sei...



Vitória-Régia - Parque Celso Daniel, Santo André
Foto por Carolina

Tem um post pra hoje...


Mas to ca Pri*.....





*Priguiça!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Agora!13h22min.
Palácio Lilás.


tenho tanto pra escrever...
tenho textos já prontos, outros só pensados, outros que nem pensei ainda pra não atravessar os que estou guardando.

às vezes o mundo parece tão pequeno...
às vezes aquelas mil vidas que tentamos salvar diariamente não significam nada...
às vezes esqueço tudo...

Você me fez mudar em muitas coisas.
Você me faz mudar sempre. Você me dá vontade de ser melhor, de ser perfeita, de ser feliz.
Amor, te amo.

Vou me banhar e volto pra atualizar pelo menos o que já tenho escrito de dias atrás.


......

Me banhei.
E desiti de escrever. Perdi a coragem e vou jogar The Sims!!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Sexta- feira, 31 de dezembro de 2010 às 9h21min.
Último dia do ano de 2010!
 
E eu aqui, trabalhando arduamente, fazendo fechamento de mês e conferindo autorizações de exames e pagamentos, pra fazer a entrega no convênio dia 4 de janeiro.
 
Já logo cedo {bem cedo, porque entrei as sete da manhã, saí de casa era vinte pras seis. ¬¬} meu dia começou bem aventurado.
Cheguei no centro da cidade que trabalho por volta das seis e vinte. A cidade estava deserta.
 
Muitos vários {com já dizia minha amiga Mariana.} mendigos ainda dormiam nos bancos das praças do centro, outros muitos dormiam pelo chão, na porta dos bancos.
Os drogadinhos da cidade já estavam bem acordados e deixavam um aroma herbal no ar.
 
Estava muito cedo, então resolvi evitar esses drogadinhos estranho e parei num café pra comprar uns pães de queijo pra eu comer quando chegasse no serviço, e comprei também para minha amiga Marcia, companheira de cafés da manhã e da tarde. Tive que esperar o pão ficar pronto, dei uma enrolada lá no café e então, quando não tinha mais jeito, tive que tomar coragem pra atravessar uma das praças estranhas evir.
 
Mas minha travessia foi muito tensa, um dos drogadinhos, que estava mais afastado, na rua lateral da praça me chamou, eu fingi que não era comigo, mas não tinha mais ninguém na rua, logo, era comigo.
Nem olhei e continuei caminhando.
Não podia correr porque meu joelho dói, tremia de pavor que ele viesse atrás de mim. Olhava pelo lado do corpo para trás, disfarçadamente, depois que passei por ele, em choque, enquanto ele ainda me chamava.
 
Por sorte, ou por que eu pedi muito, ele não veio atrás de mim. Minhas pernas ainda tremiam horrores e todos que eu via na rua achava suspeito, só gente estranha hoje na rua.
 
Por fim cheguei bem, bem junto com a Marcia que tem a chave do laboratório e abriu rapidamente pra gente.
Tinha um delicioso panetone pra complementar nosso café com pão de queijo.
 
As coisas a fazer estão escassas, as pessoas reclamam por não ter nada o que fazer.
Mas quando dei serviço à eles, reclamaram ainda mais.
Sorte que não sou chefe. Mas mesmo assim fiz um comentário que não deveria, me arrependi depois, mas já tinha saído.
"Se fosse pra eu não trabalhar eu teria ficado em casa. E até onde eu sei a Dra. está pagando pra eu trabalhar hoje."
 
Vi algumas caras feias, mas num posso fazer nada, saiu sem querer essa resposta e pior: eu estou certa.
 
Já tomei um iogurte básico, no meu horário de café, agora vou terminar o fechamento para entregar semana que vem.
 
Estou tão ansiosa pela noite de hoje, mas o dia demora a passar...
 
Por enquanto é só.
 
 
-|- Lady Chaos -|-
Faturamento - Laboratório
 
-|- Antes de imprimir pense no seu compromisso com o Ambiente -|-

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


Quinta- feira, 30 de dezembro de 2010 às 21h43min.
Palácio Lilás.

Já me arrependi do que ia escrever.
Fim.


Me preocupo com umas bobagens totalmente irrelevantes. Preciso me orientar e superar esses mesmo problemas de sempre. Chega né!? Como já dizia a Dê, já to nos vinte e poucos, esse tipo de paranóia é pra ficar no passado.

Vou escrever o post que fiz ontem nas primeiras horas do dia 29.


29 de dezembro de 2010 às 00h27min.
Deitada na cama – Pensando nele.

Não, eu não posso passar um final de semana sem ele.
Na verdade não posso ficar nem um dia sem ele. E o risco de efeitos colaterais dramáticos e extremosé muito grande caso isso ocorra.
Simplesmente porque eu o amo. E quero ficar todo o tempo que for possível ao lado dele, e para os momentos em que ficar junto dele é impossíel, penso numa forma de acabar com todos os motivos que tormam a companhia dele impossível. E todo esse tempo é necessário parq eu a cada dia eu tenha mais certeza de que é ele com quem eu quero dividir a minah vida toda.
Passar longos tempos ao lado dele me faz pensar mais, sentir mais e dar passos certos em seu determinado tempo. Me faz conhecê-lo sempre mais e saber exatamento o que ele quer e também o que eu quero.
Quero estar com ele para que ele possa contar comigo sempre e para que saiba que eu o amo mais do que qualquer outra coisa ou pessoa com que eu poderia ocupar meu tempo se não tivesse escolhido estar com ele, pensar nele, desejar ele e amar ele.
Quero estar junto para fazê-lo feliz... O mais feliz do mundo!



Saiba apenas o que segue, você vai precisar!

“With this hand,
I will lift your sorrows.
Your cup will never empty,
for I will be your wine.
With this candle,
I will light your way in darkness.
And…
With this ring...
...I ask you to be mine.”


Partes de você, agora fazem também parte de mim! Te amo!



d^.^b: Dumont FM Online.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

E muitas vezes, no que se acreditou, não se acredita mais...
Do que se gostou, não se gosta mais....
O que se viveu, deve-se apagar...
E o que se escreveu, resolve-se por apagar...

Muitas vezes, acreditamos num falso conto de fadas, por não conhecermos o verdadeiro princípe.

Aquele que te humilha, te deprime e te faz chorar, faz-te ainda pensar que é o melhor.

Tudo que passou era um pesadelo, que era vivido sem noção do que poderia ser.
O bom, na verdade era o péssimo.
E foi só quando o verdadeiro princípe chegou e fez tudo diferente é que decidiu-se por acabar com o pesadelo.

Muitas das histórias aqui contadas foram reais...
Mas tudo que foi vivido era nada mais que uma ilusão, uma falsa segurança, um amor louco e dominador.
Que dominava por meio da inferioridade.

Não me arrependo do que se foi, aprendi muito e foi importante.
Mas não vou voltar atrás, nem reviver essas memórias de uma felicidade falsa.

Então, eis que este é o fim das histórias fantásticas.
{texto extraído de http://nemexiste.blogspot.com/}

terça-feira, 28 de dezembro de 2010


Terça- feira, 28 de dezembro de 2010
508 – Fonte Mécia às 19h16min.

As pessoas que carregam esfihas no onibus deveriam ter uma capsula exclusive, porque esse cheiro no onibus sete da noite, com todo mundo voltando do service com fome, é cruel. Eu faminta, só não pulo nas esfihas porque a moça que as segura está a mil pessoas de distância.
Espero que tenha uma comida de mamis bem boa em casa pra matar essa fome e essa vontade toda.
Lembrei do meu namorado agora, porque se ele estivesse aqui comigo diria “tire esses olhos cheios de cobiça da esfiha alheia!” Hahaha.
Mas tudo bem, isso passa...
Falando nele e em coisas que não passam, me deu uma vontade dele...
Queria poder vê-lo hoje... E todos os dias, todo o tempo.
Definitivamente, sou uma pessoa cheia de vontades, cheia de quereres.
Isso é bom, porque me motiva a buscar sempre mais.
O mundo não é o bastante. Tudo ainda é pouco.
Ao infinito e além... Bem mais além...

_______________*_______________


Palácio Lilás às 22h10min.

Comi pizza do mercado e salada de repolho.
Foi um jantar leve, adoro repolho, mas um pouco frustrante.

Chegou o presente de natal da minha mãe, meu pai deu um computador pra ela, ela tá tão feliz que parece uma criança quando ganha algo tão super que num sabe nem mexer.

Sinto falta da gordinha... Num tenho com quem brigar... Nem conversar... Nem com quem jogar, nem com quem falar inglês, nem contar piada, nem pra quem dançar, nem em quem fazer um cafuné do Tio Ted.
Eu quero a minha irmã de volta!
Ela foi passar a semana na madrinha dela, e com poucos dias já sinto falta dela.

O L. Fernando mandou sinal de vida, estou mais aliviada, mas não tão tranqüila. Estou me sentindo aquelas mães super protetoras que ficam pensando em mil coisas que podem acontecer, quando na verdade deveriam estar pensando que nada vai acontecer. Mas não consigo controlar.
Saudade dele...

Preciso mudar de emprego.
Mas e a coragem pra ir atrás de outro. Sei que preciso, mas algo ainda me prende a esse, talvez o fato de ter tantas coisas a melhorar ainda, talvez o fato de que eu queria ajudar o laboratório a ser melhor e mais funcional, mas não sei como ajudar, nem como sair.

Mês que vem começo a sentir o peso do carro no bolso. =/
Mas nada melhor e mais cômodo que ter um carro. ^^

Acho que vou comer mais alguma coisinha leve, ou tomar um suco, e vou jogar pra matar o tempo e alimentar o vício.
Isso é tudo por hoje.

d^.^b: The Only Difference Between Martyrdom and Suicide Is Press Coverage - Panic at the disco



27 de dezembro de 2010 às 21h37min.
674 - Via Capela

Fiquei algum tempo sem escrever não por falta de assunto, nem por falta de idéias, nem fatos, mas pela Pri*, que me segurou e me limitou no apenas pensar.

*Pri= Priguiça, já somos tão chegadas que já temos essa intimidade.

Já fui cobrada pela ausência dos meus loucos pensamentos, então, enganei a Pri, fingi que dormia no ônibus e fiz o texto que segue.
Não está tão bom, pois perdi a prática da junção de palavras, perdi algumas belas palavras, é um pensamento, é simples, mas está aí.

Vou sentir falta das luzes de natal.
Vou sentir saudades da magia deste período.
O natal é uma data mágica, e só agora sei o por quê.
Porque a maior parte das pessoas está focadaa num objetivo comum direta ou indiretamente: o bem do outro.
Ao se preocupar com comidas e bebidas, festinhas a preparar, e principalmente em comprar presentes as pessoas estão se importando com as outras. Elas gastam parte do tempo em que estariam reclamando, choramingando da vida, ou falando mal dos outros, para focar em mil outras coisas, e todas essas envolvendo outras pessoas, que geralmente são aquelas mais querias.
As pessoas esquecem de ser egoístas, pensar no outro é uma forma de amor, é a energia mais forte par mover o mundo.
As pessoas ficam mais hhumanitárias e mais felizes, mesmo com o estresse gerado pelos momentos de compra e tumulto, dúvidas nas escolhas e pagamentos de todos os gastos natalinos.
Aproveite para sentir o peso desse poder. Aproveite para usar este tipode poder.
Um desejo feito na noite de natal, envolvendo o amor, certamente será realizado, se merecido.
Esse espírito de natal que se ouve dizer é justamente a magia do bem que se espalha pelo mundo buscando a quem levantare ajudar.
São trezentos e sessenta e quatro dias do ano em que dificilmente se tem tempo para pensar no outro, e provavelmente não haverá outra data como esta, nos próximos dois mil anos.
Independentemente de religião, independente do capitalismo e dinheiro movimentado nessa data, é uma data mágica.
É tempo bom.

L. Fernando, estou preocupada... Mande notícias!